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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA - 04/FEV


TIO
O assisense Toninho Scaramboni será o locutor oficial do Jogo das Estrelas do Novo Basquete Brasil. O evento, que tem transmissão ao vivo pela Rede Globo, ocorrerá nos dias 21 e 22 de fevereiro. Neste ano, a versão brasileira do All Star Games ocorrerá em Fortaleza, no Ceará.

O CARA
Meu amigo André Luiz do Carmo estreou no circuito do Feijó Bar Premium na semana passada. Um dos melhores bares da região com a voz de um dos maiores talentos da música da noite de Assis.

NOVO SISTEMA
Aliás, o Feijó mudou o sistema de reservas de mesa, reconhecendo que a longa espera sacrificava aqueles que prestigiavam a casa. As reservas, agora, podem ser feitas de terça a sábado, das 9 às 18 horas. Cabendo lembrar que uma vez feita a reserva, a mesa fica garantida somente até as 20h30.

NINHO VAZIO
Meu amigo Cardoso, um dos churrasqueiros mais famosos (e preferido) de Assis, está prestes a ficar, de uma só vez, sem a presença dos dois filhos. Um, de 16 anos, e outro, de 14, foram vistos jogando futebol em um torneio disputado em Rancharia e serão levados pelo mesmo agenciador. O mais velho, lateral direito, vai para o Inter, de Porto Alegre. O outro, meia e lateral esquerdo, vai treinar no Corinthians, em Sampa.

FONTE
Autorizei, na semana passada, a utilização de partes inteiras de artigo que publiquei no Assiscity, em 2012, e que cá está no acervo do Blog. O texto, relacionado à passagem de Ayrton Senna por Assis (desceu no aeroporto e seguiu para a piscicultura Bonanza, de meu amigo Ivo Guiotti, em Cândido Mota), em janeiro de 1994, terá trechos publicados no livro "Esquife do Caudilho", de Daniel Pereira, assisense que hoje mora em São Paulo, onde trabalha como assessor de imprensa no Memorial da América Latina. A obra, definida pelo autor como autobiografia, está saindo do forno e pode ser lançada ainda em 2014.

SUCESSO
Contratada em 2013, a instrutora de esportes aquáticos Samira tornou-se um verdadeiro fenômeno na piscina coberta e aquecida do Assis Tênis Clube. As aulas de 50 minutos dela ocorrem às segundas-feiras, das 19h00 às 19h50, e têm sido disputada por número cada vez maior de sócios. Nessa semana, por exemplo, mais de 30 marmanjos lotaram a piscina para as animadas instruções da profissional.

SEM NOTIVAGUISMO
A diretoria do ATC determinou que na semana seguinte ao término do Horário de Verão (16 de fevereiro) a sauna do clube volte a fechar às 22 horas. Desde outubro passado a sauna vinha ficando aberta até as 23 horas, atendendo pedido de alguns sócios. A decisão vale a partir do dia 24.

ESTACA ZERO
O início das obras de duplicação da SP-333, entre Assis e a divisa com o Paraná, é concomitante ao serviço executado pela Cart no trecho Assis>Ourinhos. Trata-se de um bom parâmetro para comparar, posteriormente, os serviços executados por Estado e iniciativa privada. Na SP-333, pelo Estado. Na Raposio Tavares, pela concessionária privada.

ESTACA ZERO II
Inaugurada há pouco mais de 10 anos, a duplicação da SP-270, no trecho Assis>Ourinhos>Rodovia Castello Branco, é a comprovação material da incompetência do governo do PSDB na gestão da malha viária estadual. Com defeitos nas pistas, nos trevos de acesso e em muitos dos viadutos, o antigo Corredor da Morte transformou-se, logo após inaugurado, no corredor dos buracos e das imperfeições na pista. Sem falar nos visíveis erros de engenharia de tráfego.

ESTACA ZERO III
Atualmente, depois de investir, em vão, na reforma das pistas de rolamento, em busca de correção nas imperfeições, a Cart iniciou um projeto visivelmente drástico. Está retirando completamente o asfalto aplicado há pouco mais de dez anos e refazendo a pista. Trabalho lento, que demanda redução de velocidade ou até mesmo paradas dos usuários, mas que tende a oferecer uma camada asfáltica que dê conta do elevado tráfego de caminhões que dentro da logística viária das macrorregiões Sul>Sudeste>Centro-Oeste sobrecarrega aquele canal de escoamento de produção principalmente de grãos.

ESTACA ZERO IV
Já o trecho Assis>divisa com Paraná da SP-333 tende a ter parte considerável de seu trajeto de 48 quilômetros entregue até as eleições, uma vez que o Estado realmente corre o risco de ver a dinastia tucana continuar no poder sob a representação de Geraldo Alckmin. Se com tempo a tucanada já entregou a duplicação do Corredor da Morte nas condições em que todos conhecemos, quiçá com esse trecho da SP-333, cujo estado de conservação, antes da duplicava, ultrapassava os limites da vergonha.

BRINCAR DE ÍNDIO
Meu amigo Carlos Roberto Leite, assisense que hoje mora e trabalha em Marília, postou nas redes oficiais a comprovação de que existem duas formas de fazer a gestão das políticas públicas do país. Em uma delas somos, cada vez mais, esfolados com as tarifas de pedágios cujos preços fogem da racionalidade. Na outra, brasileiros são obrigados a pagar pedágios em estradas ou rodovias sem as mínimas condições de tráfego. E quem cobra não é o Estado, mas, sim, aqueles que de forma justa, reconheçamos, têm o aparato vitalício do poder estatal: os índios.

BRINCAR DE ÍNDIO II
Que esses pedágios são cobrados pelos índios, todos sabemos, pois o assunto tem sido amplamente explorado pela mídia hegemônica, principalmente do final do ano passado para cá. Uma coisa, contudo, é ter de passar pessoalmente por uma parada de pedágio dessa. Situação que meu amigo descreve como absurda, uma vez que os índios que o pararam trajavam roupas e tênis caros e não eram, em nada literalmente civilizados como o traje permitia deduzir. A circunstância era: ou paga ou tem o carro apedrejado, enfim, danificado.

BRINCAR DE ÍNDIO III
Não restou outra a opção a Carlos senão pagar os VINTE REAIS cobrados pelos índios. E, o que comprova o absurdo, com direito a um tíquete, cuja imagem foi estampada por meu amigo nas redes sociais. Nesse documento está carimbada a data da passagem pelo pedágio (28 de janeiro de 2014) e há a especificação "Cobrança de direito de passagem na terra indígena Utiariti MT 235 km 12". Há, inclusive, razão social para o grupo que faz a cobrança, denominado Associação Halitinã, de Sapezal/MT, que tem CNPJ, inscrição estadual e endereço, todos estampados no tíquete. Pagam R$ 20 os condutores de veículos cuja pesagem for inferior a 4 toneladas.

QUEDA LIVRE
Pretendo, nos próximos dias, colocar em prática o cumprimento à promessa advinda de 2013, feita cá, no Blog, qual seja, fazer um levantamento de preços dos bens de consumo que todos nós, mortais, costumamos fazer semanalmente ao ir ao supermercado. Fiz isso mediante consulta a jornais de ofertas, no meio do ano passado, e o efeito entre raros e excetos leitores foi razoável.

QUEDA LIVRE II
Meu parâmetro são os produtos que mais consumimos cá em casa. Cito o exemplo, meu, da cerveja em lata, assunto que rendeu interessantes interações com alguns raros e excetos leitores nas últimas semanas. Parte considerável de vocês concordou que há similaridade de qualidade na relação sabor/teor alcoólico entre a Antártica Subzero e a Kaiser. Só que a primeira teve o preço inflacionado com a explosão de consumo implicada pela onda de calor desse verão.

QUEDA LIVRE III
Se antes o Avenida Max era o supermercado que mais barato vendia a Kaiser em latinha, o Walmart não ficou atrás por muito tempo. Lá, sábado, comprei a unidade a R$ 1,35, ante R$ 1,45 que estava pagando no Max. A Subzero também estava mais barata na filial local da rede norte-americana: R$ 1,45, ante R$ 1,65 do hiper center da família Binato ao lado da Unesp.

TEMPO REI
A situação climática está, podemos ver, complicada. Desde o final do ano passado venho chamando atenção para fatores atípicos que vêm ocorrendo no Médio Vale e, claro, no geral. Os prejuízos na agricultura podem ganhar dimensões inimagináveis nas próximas semanas, dado o cenário de seca que mostram os deslocamentos de massas de ar seco e polar mostradas por satélites monitorados, por exemplo, pelo CPTEC/Inpe.

TEMPO REI II
Na semana passada, a temperatura máxima, na capital do Médio Vale, atingiu 34,2 graus. E a umidade relativa do ar despencou para 23%, aumentando ainda mais a sensação de calor e abafamento. Para piorar, a velocidade do vento não passou de 5 km/hora. Como as demais cidades do Estado, Assis viveu o mês de janeiro mais seco e quente desde 1971, quando o monitoramento climático estatal foi iniciado.

TEMPO REI III
Prognósticos mais otimistas mostram possibilidade de chuva, na Sucupira do Vale, somente após o dia 17 de fevereiro. Até lá, temperatura máxima de até 35 graus e índice de radiação solar podendo passar de 1000 nos horários entre 12h00 e 15h00. A umidade relativa do ar, com isso, pode bater recorde para esse período de fevereiro, ficando abaixo dos 20%.

TEMPO REI IV
Agrônomos, técnicos agrícolas e produtores, tendo em vista esse cenário desfavorável para a primeira quinzena de fevereiro, já falam em perda real na produção principalmente de soja. A seca atinge principalmente aqueles que plantaram por último e que pensaram ter sido favorecidos pelos bons índices de chuva registrados entre setembro e outubro do ano passado. Hoje, dentro de uma perspectiva de super-safra, a perda provocada pela estiagem já comprometeu os 40% a mais de produção previstos.

COM COBERTURA
Ivan Serra e Cícero da Mota formarão, novamente, dupla de trabalho para a cobertura do futebol profissional de Assis em 2014. Com a inscrição de Vocem e Assisense na Segundona, os jornalistas terão trabalho dobrado e tendem a optar entre um clube e outro, dependendo da rodada. Na segunda rodada do campeonato, por exemplo, no sábado à noite tem Bandeirante x Vocem, em Birigui, e no dia seguinte, às 10h00, Assisense x Osvaldo Cruz, no Tonicão.

SEM COBERTURA
O projeto de cobrir parte da arquibancada do estádio Tonicão durante a temporada 2014 da Segundona pode esbarrar em um problema técnico: autorização para executar as obras concomitante à realização de jogos de Vocem e Assisense. Para obter-se tal alvará, o setor em reforma deverá ser fechado ao público. Exatamente no momento em que os dois clubes tendem, pelos prognósticos, a receber suas melhores médias de público desde a "inauguração" do Tonicão.

DOIS PÉS, DUAS CANOAS
Nessa história de reativação do Vocem não teve pessoa que mais ficou dividida do que Luiz Carlos de Oliveira, o Japonês. Vocemista fanático, ele foi parte decisiva no importante trabalho desenvolvido pela diretoria do Assisense em 2013. Agora, contudo, jornalista esportivo que é, teve que tomar decisão. Cobrirá os jogos dos dois clubes para, por exemplo, mo site Assiscity, onde é colaborador. Não abandonará, contudo, Gílson Zenon, principal gestor do projeto de reativação do Vocem.

DIREITA COXINHA
Com a saída de parte da equipe que desenvolveu o trabalho de gestão do Assisense em 2013, o Falcão do Vale não ficou desabastecido de apoio financeiro, pois parte dos patrocinadores, desconfiada com os reais motivos que levaram à reativação do desgastado Vocem, permaneceu com contratos de apoio. A novidade, que não é tão novidade assim, considerando as peças que apresentaram-se à frente do projeto do ano passado, são os caciques políticos que aparecem para dar apoio. O Assisense, pois, seria a representação da facção de situação, da direita, da política local no ano eleitoral de 2014.

ESQUERDA CAVIAR
Já o projeto do Vocem mostra, na nomenclatura da constituição do conselho e da diretoria eleita, sobrenomes que tendem a afrontar o projeto político por trás do Assisense. As duas equipes, portanto, não são adversárias somente dentro das quatro linhas. Daí a insatisfação de vocemistas históricos, pelo uso político indevido de um clube que sempre prezou exclusivamente pelo futebol e preteriu a podre política em seu aspecto formal mais amplo. Uma oposição que aparenta ser esquerda só na casca, mas que em seu interior tem os mesmos abutres do poder que há décadas sobrevoam a carniça da Sucupira do Vale. Buscam, buscam, até que encontram onde pousar.

QUESTÃO DE TEMPO
Projetos precipitados e incompletos costumam, realmente, não dar certo no Campeonato Paulista. O Água Santa, que eliminou o Assisense, em 2013, e foi um dos quatro que subiram da Segundona para a Série A-3, foi impedido pela Justiça de estrear na temporada 2014, ocasião em que receberia o Noroeste. Clubes que nascem, renascem mas que um ano depois esbarram em problemas de planejamento e apoio para cumprir com as exigências previstas nos regulamentos de cada competição.

QUESTÃO DE TEMPO II
Outro clube que aparenta passar por fase turbulenta é o Tupã. Igual ao Água Santa, veio a Assis em 2013, enfrentou o Falcão do Vale, mas começou a Série A-3 em meio a desentendimentos na tríade diretoria>comissão técnica>jogadores. Na imprensa esportiva regional fala-se, inclusive, na saída do técnico Tupãzinho, que tem propostas para assumir clubes grandes do futebol paulista e do Brasileirão, optou por ficar em Tupã mas poderia estar insatisfeito com eventual não cumprimento de acordos para formar a equipe que disputa a A-3.

RIVALIDADE NATA
O Grêmio Prudente encontrou um jeito inusitado de definir, em seu perfil corporativo nas redes sociais, o outro adversário de Assis que enfrentará na Segundona em 2014. Segundo o clube, seu adversário de 26 de abril, em Presidente Prudente, será o Vila Operária, em menção ao Vocem. Luiz Carlos Japonês já deu, via redes sociais, o puxão de orelha, aconselhando correção e anunciando que o Vocem irá disputar .

CÁ ENTRE NÓS...
... se faltou água em Assis quando estava chovendo e a alegação era o baixo nível dos reservatórios, por que, agora, com essa estiagem toda, não houve o mesmo índice de interrupção no abastecimento na cidade?

IMAGEM DA SEMANA


SÓ MATO - Nas redes sociais há inúmeras postagens de moradores indignados com o mato alto que se espalha pela cidade de Assis. O bom humor, nessas horas, impera. Internauta amigo meu fez essa foto, em que um cidadão colocou cartaz advertindo para o risco... de onça! As circunstâncias permitem, sim, risos, porém o assunto exige pouco mais de atenção por parte da Prefeitura. Mato alto e verão, todos sabemos, são sinônimos na mesma relação chuva>desenvolvimento vegetal. O que acontece, porém, é que faltam frentes de trabalho para dar conta de tanto mato que cresce na Sucupira do Vale. As frentes de trabalho existentes trabalham, e bem, todos sabem. Mas, não conseguem dar conta de uma cidade com 97 mil habitantes (Seade/2014).


 IMAGEM DA HISTÓRIA 



VIDA PRIVADA, VIA PÚBLICA - Meu amigo Waldyr Max, competente jornalista, tem feito, ao longo dos anos, importantes postagem de fotografias antigas da cidade de Assis. Algumas conhecidas e já divulgadas, outras até então inéditas. Dias atrás, Max tornou pública essa fotografia, segundo ele da década de 1950, quando a cidade ainda não tinha meio século de existência. A imagem foi feita na avenida Rui Barbosa, no sentido Catedral>Praça Arlindo Luz. Mostra a principal via central ainda em terra, que pelos relatos advindos em forma de memória urbana era caracterizada por pontos de areião, de difícil passagem, seja a pé, seja por carroças, seja pelos poucos automóveis existentes na época. Max, em sua postagem, fez um convite para que seus amigos de rede social experimentassem ou imaginar ou mesmo ir até o local em que a foto foi feita, exatamente no cruzamento com a rua XV de Novembro. E, dessa forma, em um resgate de memória visual e virtualização do real, conceber como era a nossa Sucupira do Vale há 64 anos. Detalhes preciosos para isso podem ser avistados na fotografia. Por exemplo, a lâmpada do escasso sistema de iluminação pública, já elétrico, postada suspensa na fiação e exatamente no meio do cruzamento. Aliás, percebe-se que iluminação noturna, naquela época, quando havia, era feita somente nos cruzamentos, aproveitando a interseção da fiação. Outro detalhe é a semelhança dos modelos de roupas tanto de mulheres quanto de homens; elas, de roupas mais escuras e compridas, não expondo tanto o corpo, e eles, de roupa mais clara. Ambos, contudo, de chapéu, confirmando que o cidadão assisense representava, e bem, a elegância característica da primeira metade do século passado.

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