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sábado, 22 de junho de 2013

FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA



BIG

Sai, enfim, do projeto a franquia de Assis da rede Mc Donalds. A cidade, que recebeu o primeiro selo da rede norte-americana quando da inauguração do Assis Plaza Shopping, com restrição somente à venda de sorvetes, legaliza o projeto na Prefeitura. A pendência que pode demandar tempo de espera está no fato de o empreendimento ficar situado ao lado de área de preservação permanente, na rotatória da avenida Rui Barbosa, em frente à estátua de São Francisco de Assis.

PRESERVAÇÃO

São trâmites documentais que igualmente seguram o lançamento daquele que é considerado o mais ousado e requintado projeto de condomínio de luxo da cidade. Com espaço para mais de mil residências, será praticamente um novo bairro na cidade, com direito a quality center completo e acesso controlado por portarias monitoradas. No prolongamento da avenida Rui Barbosa.

TALENTO

O produtor assisense Faustinho Nóbile acaba de finalizar dois projetos encomendados pelo SBT. Com estúdio em São Paulo, o ex-DJ do Porão e da Cultura 2 FM participou diretamente da produção da segunda trilha sonora da novela Carrosel, segunda colocada na audiência do horário nobre, segundo o Ibope. O outro projeto também envolve trilha sonora da emissora de Sílvio Santos.

PEQUENEZ

Parece que a torcida está acreditando mais no Clube Atlético Assisense do que a própria diretoria. No jogo Assisense 2 x 2 Grêmio Prudente a cerveja vendida no bar situado abaixo das cabines de imprensa do estádio Tonicão acabou no intervalo. O mesmo problema, de falta de bebida, vem sendo registrado desde o primeiro jogo, contra o Presidente Prudente, na estreia na Segundona.

AVANTE

Meu ex-aluno Diego Faustino recebeu e aceitou proposta da Nestlé,  empresa pela qual seria, nos próximos dias, promotor de vendas na regional de Assis. Faustino é formado pela Jornalismo pela Fema e quando o conheci, em sala de aula, era repositor de gôndolas no Hiper Center Amigão. Ultimamente, trabalhava para a Johnson & Johnsons, onde destacou-se como promotor.

DIVERSIDADE

Com a mudança de estilo de programação da Cultura FM para Interativa, emissoras alternativas têm ganhado espaço. Dia desses, comprando ração e medicamentos em um pet shop na avenida Dom Antônio, ouvi “Endless Love”, versão com Lionel Ritchie e Dianna Ross. O locutor que entrou em seguida era Nelinho Moraes, que durante anos trabalhou na Difusora AM, atuou no jornalismo impresso e hoje comanda o programa “Memória” na rádio Cidade FM. A emissora, de propriedade de outro locutor tradicional, Tapera, pode ser ouvida em muitos estabelecimentos comerciais da Dom Antônio e adjacências. Com antena no Jardim Paraná, a rádio Cidade é comunitária, pode ser sintonizada em 107,9  e tem uma programação diversificada.

NADA MUDOU

O programa Giro da Manhã continua no ar. Jornalístico produzido pela rádio Cultura AM, o Giro concorre em horário com o “Jornal da Manhã”, da Interativa FM. Ambos vão ao ar às 7h00. Na Cultura AM, o Giro tem apresentação do competente André Luiz, locutor que não foi mantido pela Interativa no FM. Somam-se a ele: Reinaldo Nunes e Alves Barreto, equipe que manteve, mesmo no AM, a boa audiência do programa criado há mais de dez anos pelo jornalista André Thieful, hoje em Americana/SP.

ESCURIDÃO

Quinta-feira, dia 20, após o protesto “Vem pra rua Assis”, as mais de 2 mil pessoas puderam conferir, na prática, as falhas no sistema e iluminação pública da cidade. Só na quadra onde estão Pernambucanas e Hotel Santa Rosa havia quatro postes com lâmpadas queimadas. O problema se repete em ruas laterais.

DE OLHO

Viaturas da Polícia Militar têm sido vistas diariamente no Parque Buracão. Policiais chegam a percorrer as ruelas do parque com os veículos, principalmente no início da manhã. Abordam jovens que, com idade escolar, deveriam estar estudando, e não ali, vagando. Concomitante a isso, a administração do parque providenciou o fechamento dos alambrados de cercamento, antes destruídos e, assim, permitindo o acesso ao local durante a noite.

INCÔMODO

Na semana passada a presença de outra viatura da Polícia Militar no campus da Unesp provocou reações que acaloraram o debate relacionado à paralisação deflagrada por parte dos alunos. A invasão, por manifestantes, a uma aula que reunia professor e estudantes não simpatizantes ao movimento estudantil , fez com que alguém – ainda desconhecido – acionasse a PM pelo serviço 190. O histórico do campus local da Unesp, em especial no tocante ao período da repressão, nos anos 1970 e 1980, deixa reservas eternas para a presença da instituição Polícia Militar naquelas dependências.

INCÔMODO II

Um vídeo publicado no Youtube, na internet, registrando as circunstâncias em que a aula foi interrompida e, assim, levou uma das partes a acionar a Polícia Militar, dividiu a opinião pública. Na gravação, manifestantes invadem a sala de aula, impedem o andamento das atividades, tocam instrumentos musicais, dançam e ironizam os colegas que queriam ter aulas. Adiante, apagam o conteúdo passado à lousa pelo professor responsável pelas aulas e ocupam o espaço, até inviabilizar a aula.

INCÔMODO III

As reivindicações dos estudantes paralisados são reconhecidas pela comunidade acadêmica e vinham ganhando apoio. As gravações, contudo, mostraram um lado arbitrário que, mesmo não representando a maioria dos estudantes que participam do movimento em Assis, remetem à mesma arbitrariedade com que a Unesp é acusada de, entre outras pautas, diminuir uma das parcelas de bolsas de auxílio discente.

CÁ ENTRE NÓS...


... onde estão as provas do rombo de R$ 25 milhões nas contas da Prefeitura de Assis?

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