quinta-feira, 11 de junho de 2026

EU, DA POLTRONA - México não decepcionou na abertura, em todos os sentidos

Cláudio Messias* A quinta-feira é um dia da semana em que eu, aqui em Campina Grande, PB, reservo para, pela manhã, faxinar banheiros e cozinha, por completo, cuidar de minhas plantas e, pela tarde, atender a quem oriento em trabalho de conclusão de curso, estágio supervisionado e iniciação cientifica, na UFCG. Mas... hoje era dia de abertura de Copa do Mundo e numa cidade onde estive por duas vezes em compromissos formais pela mesma universidade. A Cidade do México me prendia ao estádio Azteca. Faxinei banheiros e cozinha, cuidei de plantas e das 5 gatas que adotei da rua (mãe e 4 filhotes) e inicie procedimento de aplicar cimento queimado em balcão de minha cozinha/sala de jantar. Meu dia, aqui, começa com o clarear, por volta de 5h20. Café coado, pão de queijo assado, a quinta teve início. E minha expectativa, no despertar, era a estreia da Seleção Mexicana, que justificou postagem anterior minha aqui, no Blog. Chegou a abertura da Copa, linda, no Azteca. E a bola rolou. Iniciei acompanhando, pela TV aberta, pela Globo, logo em seeguinda ao Jornal Hoje. Chato, cansativo, com uma dupla que já é figurinha carimbada pelo opinia6o pública: Gustavo Vilani e Roger. Que dupla desastrosa, em todos os sentidos. Um narrador que se acha a última bolachinha do pacote e um comentrista que só o é por ter, um dia, sido marido de Débora Secco. Fui à única alternativa na TV aberta, ou seja, a TV Borborema, aqui em Campina Grande. Tiago Leifert narrando, Juninho Per-nam-bu-ca-no... comentando. Que desastre. Mas, ainda assim resisti a ir ao Youtube e encarar o CazéTV, o pior desserviço de cobertura esportiva que o streaming inventou em sua história no Brasil. Bola rolando - Vi uma Seleção Mexicana que fez jus à condição de anfitriã na estreia. Venceu sem problemas uma África do Sul frágil, esquisita, perdida, e que terminou os 90 minutos com 2 jogadores expulsos. Pode, a meu ver, chegar a uma oitavas de final, mas dali não deve chegar. Se chegar . A arbitragem da estreia foi de um árbitro brasileiro, Wilton. Gostei dele, concordei com os 3 cartões vermelhos aplicados e, em sintonia, compreendo que as novas regras impostas pela Fifa foram, por ele, seguidas. No geral, a previsão de interpérie climática não se confirmou, a torcida torrou sob 35 graus no Azteca, pouco ou nada se falou da altitude da Cidade do México, que pode ter afetado os sulafricanos, mas o placar final está lá, e é 2x0. Daqui, da poltrona, vi uma Seleção Mexicana mais frágil do que eu imaginava. Conformou com o placar, ignorou a expectativa dos 80 mil pagantes que estavam no Azteca e parecia ser visitante, e não mandante. Coisa estranha. Continuo confiante no México, para que avance ao menos até as oitvas ou, quem sabe, quartas de final dessa Copa. E que jogue seus mandos no México e, jamais, nos EUA, a terra da nova versão de Adolf no planeta cuja extrema-direita facista avança. FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA SURRA Assisti México 2x0 África do Sul pela TV aberta. Mas, no computador, monitorei a audiência. E vi um CazéTV arrasador. Era Cazé com 4 mi de visualizações e o SBT com, pasmem, 8 mil. GETV não podia, por direitos, transmitir. BOLA FORA A TMC, que um dia foi Transamérica, está, a meu ver, com a equipe de rádio mais completa cobrindo a Copa2026. Tem equipes na Cidade do México e, principalmente, EUA, onde está a Seleção Brasileira. Não ter ninguém no Canadá, a meu ver, não prejudica nada, pois eu também não gastaria essa sinerrgia. Canadá sequer faz questão de divulgar que é sede de jogos da Copa. BOLA FORA II Na Cidade do México a TMC colocou um novato que aqui no Brasil cobre, setorista, o São Paulo. E eis que na Copa o cidadão não tem largado o pó de arroz de sua personalidade. O Tal Caíqueteve a capacidade de o dia inteiro focar na sua não concordância com o apito de Wilton aqui na Braqsilândia, ignorando que era um representante nosso na abertura. O jogo, em si, passou batido para o sãopaulino, mas os possíveis erros do árbitro brasileiro não escaparam. Em sínt4se: vá te catar, Caíque, e saiba aproveitar essa que pode ser a única oportunidade de sua carreira de cobrir uma Copa do Mundo. BOLA DENTRO A TMC mostra-se como um projeto que, a médio prazo, fará jus ao fenômeno da convergência midiática. Tão importante quanto o rádio, sabe de sua penetração no público online, mantendo média de 2 mil acessos ao vivo no Youtube, ou seja, além de ouvir, as pessoas estão assistindo à TMC. Só precisa filtrar melhor suas bancadas e entender que a audiência mais discorda do que concorda com tudo. CRAVANDO Minha simulação de tabela da Copa deu, ontem, Brasil x Portugal na final, com o Brasil levantando a taça. Me cobrem ou me felicitem, daqui um mês, se der isso ou for diferente.