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segunda-feira, 30 de março de 2015

FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA - 30/MAR


FORA DO AR

O antigo Canal 10, que depois tornou-se TV 10, saiu do ar, na grade de programação da Cabonnet, em 15 de março. Em seu lugar está, experimentalmente, o denominado TV Viena, com chamadas comerciais.

TRIBUNA LIVRE

Quem está de volta na grade da Cabonnet é o trio Augusto César, Carlos Perandré e Carlinhos Luxúria. Eles comandam, às segundas-feiras, o programa Bola na Mesa, que tradicionalmente foi criado pelo saudoso Homero Rabelo, na época do Canal 4 da TV Cabo Assis. Os cronistas esportistas estão de volta ao Canal 22, mas com produção totalmente independente.

PAU QUE BATE EM CHICO...

Augusto, Perandré e Carlinhos vão acompanhar, entre outros esportes, o futebol profissional de Assis. Garantem cobrir o cotidiano de Atlético Assisense e Vocem, na Segunda Divisão do Campeonato Paulista. E com a independência de sempre, ou seja, se os times vão bem, elogios, mas, se vão mal... lá vem crítica. Como realmente tem de ser feito.

PARCIAL

No programa inaugural da temporada 2015 os cronistas do Bola na Mesa, no Canal 22, afirmaram que a Rádio Fema, vinculada ao Imesa, que é uma autarquia mista, ou seja, também é publica, iria transmitir, em 2015, somente os jogos do Vocem. Ou seja, não haveria transmissão dos jogos do Atlético Assisense. Mesma Fema que dia desses ainda estampava seu logo na camisa do Falcão do Vale, ou seja, paparicava o Atlético Assisense na fase das, digamos, vacas gordas.

SEM VOO

A companhia aérea Azul engavetou todos os projetos de expansão de linhas. Nem Assis, nem Ourinhos receberão voos da empresa em 2015. Cidades como Marília e Prudente foram colocadas em banho-maria, dado o fluxo, baixo, de passageiros nesse primeiro trimestre do ano. Nem mesmo a minha Campina Grande escapou da degola, pois o voo Viracopos-Campina será desativado a partir de maio. Terei, pois, de recorrer à rota Londrina-Recife, trajeto que desde o final de 2014 já vinha sendo o meu preferido, pelo baixo custo em comparação com as opções Campina Grande-Prudente e Campina Grande-Marília.

SEM ESTÁDIO

Mantenho minha crítica à vergonhosa política da Federação Paulista de Futebol, que permite a clubes sem estrutura mínima disputar as competições oficiais. Recordo, pois, o embate ríspido que mantive com a ouvidoria e a assessoria de imprensa da FPF em 2013, ocasião em que o Cotia disputou a Segundona sem ter estádio próprio em condições de realizar jogos. O mesmo Cotia que foi favorecido pela arbitragem em assalto a mão armada dentro do Tonicão, jogo que custou a eliminação na penúltima fase antes do acesso à Série A-3.

SEM ESTÁDIO II

Pois a incoerente Federação Paulista de Futebol, que agora quer, da noite para o dia, ser séria, sob nova presidência, a ser empossada nas próximas semanas, parece não ter vergonha na cara em, pela quarta temporada consecutiva, estampar em seu site o status de "estádio interditado" para o "estádio municipal Euclides de Almeida", em Cotia. O detalhe é que aquele time da Grande São Paulo está na Série A-3. De acordo com a própria Federação, clube sem estádio cujo laudo atenda a livreto imposto pela própria instituição não pode disputar torneios oficiais. Mas o Cotia pode, pois desde 2013 fica na interminável e vergonhosa vida de emprestar ou alugar estádios de cidades muitas vezes a mais de 100 km de Cotia, sem que a Federação em nada intervenha. Ainda preciso ser convencido de que para subir da Segunda Divisão para a Série A-3 é necessário, basicamente, jogar futebol dentro de campo.

DOIS PESOS...

Quinta passada estive no Itaquerão, a Arena Corinthians, para ver o jogo de 8 gols Corinthians 5x3 Penapolense. Inevitável recordar que em 2004 o Atlético Assisense recebeu o CAP e foi a Penápolis com aquele memorável time comandado por Sérgio Caetano, hoje de volta a Assis. O projeto profissional do Penapolense vingou ao ponto de, hoje, a exemplo do que ocorreu com o Linense, a agremiação estar na elite do futebol paulista. Penapolense que de 2004 para cá teve, na comissão técnica, a participação de Sérgio Caetano. Respeito sobremaneira o trabalho de Sérgio Caetano, mas não deixo de temer que seu trabalho, a médio prazo, não coincida com a nem sempre profissional maneira de se administrar o futebol de Assis.

... DUAS MEDIDAS

Na companhia de meus dois filhos, ficamos, dessa vez, no meio da torcida organizada Camisa 12, temendo os constantes desentendimentos que testemunhamos, recentemente, no meio da Gaviões. Ao entrar no setor Norte do Itaquerão fui barrado por um policial militar, de nome Tércio. Segundo ele, uma norma de segurança me impedia de entrar com minha agenda (de papel, em formato de caderno) no estádio, pois se tratava de objeto que podia ser arremessado dentro do campo. Expliquei que havia ido a São Paulo para uma perícia médica e que a agenda, além de instrumento de trabalho, servia para acolher o envelope com minha documentação médica. Não houve acordo. Tive de jogar minha agenda numa lixeira próxima e, assim, ter autorização para adentrar ao estádio. Lá dentro havia um incontável número de torcedores portando o dispositivo eletrônico que está substituindo as tradicionais agendas de papel, ou seja, os tablets. Objetos de tamanho similar ao de uma agenda e que, convenhamos, podem ser arremessados com talvez mais eficiência de mira do que um caderno. Repetindo o que o eu disse ao policial, ele, definitivamente, não representa a Polícia Militar que eu, como jornalista, acompanho há três décadas. Uma instituição que prima pelo diálogo e que há algum tempo deixou a intransigência em segundo plano. Em muitos casos, pois, mo problema não está no bandido; está na própria polícia, que vê bandido em tudo e todos.


PREVENÇÃO

Por se tratar de produto de laboratório, digamos, forte, certamente pouco ou nada será divulgado sobre a retirada de um lote, em todo o território nacional, do anticoncepcional Harmonet, produzido pela Pfizer e embalado, aqui, pela Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda. O lote com determinação de recolhimento e retirada de comercialização é o 90602, com validade até junho de 2015. A ordem é do Ministério da Saúde e está publicada no Diário Oficial da União de hoje.

EXATAS EM ALTA

As Faculdades Integradas de Ourinhos obtiveram, hoje, autorização do Ministério da Educação para a implantação de mais um curso de nível superior. A instituição, mantida pela Fundação Miguel Mofarrej, agora terá o curso de Engenharia Mecânica. A Fio é uma instituição de fins privados. A liberação é uma das 38 feitas para todo o país nessa segunda-feira, 30, pelo MEC.

NOVOS ARES

Aos poucos, também, a cidade de Marília vai rompendo a hegemonia do ensino superior, antes centrada em duas instituições. A licenciatura em Educação Física foi autorizada, hoje, para a denominada Faculdade de Ensino Superior do Interior Paulista, cuja mantenedora é a Sociedade Cultural e Educacional do Interior Paulista, situada no Jardim Santa Antonieta, na Zona Norte de Marília. O processo de autorização tem registro no e-MEC número 201412953. A instituição recebeu, ainda, autorização para implantar o curso tecnológico de Processos Químicos,

DE NOVO

Invenção de mais um desses lobbys da máfia que domina segmentos dos governos federal e estadual relacionados ao trânsito, a exigência de extintor de composição ABC, em veículos, recebeu mais um golpe de misericórdia. Foi adiada para 1.o de julho, mas há quem garanta que essa arbitrariedade cairá, uma vez que há uma comissão de deputados federais, eleitos para primeiro mandato no final do ano passado, fazendo o caminho contrário e buscando, vias formais, encontrar os laudos técnicos que fundamentam o projeto que inventou tal obrigatoriedade. Como o assunto esbarra na formação de caixa para financiamento de determinada campanha eleitoral nacional, é grande a chance de deixar-se pra lá esse negócio de extintor que apaga qualquer tipo de incêndio de pequeno porte. O adiamento está determinado no Diário Oficial da União, pelo Conselho Nacional de Trânsito, pasta do Ministério das Cidades.

TEMPO DOIDO

O clima nesse início de outono está por demais complexo. Tudo bem que o calor esbaforido do verão já foi embora, mas a descida de faixas de convergência vindas da Amazônia tem trazido não só umidade, mas a veranica sensação de abafamento, principalmente à noite. Nessa madrugada de segunda, por exemplo, a cidade chegou a marcar 20 graus. Logo em seguida bateu aquela chuvarada toda, que acumulada chegou aos 42 milímetros das 5 às 8 horas.

TEMPO DOIDO II

E vem mais sobe e desce de temperatura por esses dias. De hoje até quarta-feira, por exemplo, as madrugadas podem chegar a marcar 22 graus, ou seja, sensação de abafamento ainda maior. É, ainda, reflexo da faixa de umidade amazônica, que ora faz abertura de sol, ora faz cair aquele pancadão rápido de chuva. Dias 3 e 4 de abril volta-se a dormir bem, com clima ameno de 18 graus. Mera ilusão para o que vem depois, pois nos dias 5 e 6, respectivamente, as temperaturas mínimas ficarão na casa dos 23 e 24 graus. Nesse último dia do fenômeno climático que traz chuva e calor da região Norte a mínima será de 24 e a máxima de 32 graus em Assis, matando, pela última vez no primeiro semestre, a saudade da sensação térmica de verão.

TEMPO DOIDO III

Somente nos dias 4, 5 e 6 d abril ciarão volumes mais consideráveis de chuvas na Sucupira do Vale. No dia 6 o acumulado poderá equivaler ao que caiu de chuva hoje, 30, na cidade. O volume previsto é de 40 milímetros, podendo representar, também, a maior precipitação pluviométrica desse outono em um único dia.

DESAFIOS

O retorno de Nami Sabeh à presidência da Acia exigirá jogo de cintura. A letra "i" da sigla talvez carregue, na nova gestão, o maior desafio representativo da história da instituição. Afinal, Assis vive um momento de debandada de indústrias cuja produção pesa na estabilidade sócio-econômica dessa Sucupira do Vale. Entringer seria uma das empresas com propostas de outras localidades, com incentivos fiscais, para trocar sua sede fabril.

DINHEIRO NO BOLSO

A Secretaria da Fazenda do Estado repassou o equivalente a R$ 16,9 milhões à Prefeitura de Assis no primeiro trimestre que se encerra nesse dia 31. Destaque para o reaquecimento da economia do município em março, período em que o comércio local recebeu, em ICMS, R$ 3,5 milhões, ante R$ 1,9 milhão de fevereiro e R$ 2,5 milhões de janeiro. No trimestre o total arrecadado passa dos R$ 8 milhões. Para se ter uma ideia do peso da arrecadação de fevereiro, em dezembro passado a cidade arrecadou R$ 2,8 milhões. Dezembro e maio são os principais meses sazonais do ano para o comércio.

DINHEIRO NO BOLSO II

O recolhimento do IPVA continua sendo o carro-forte dos tributos para municípios do porte de Assis. Em janeiro, por exemplo, a cidade recebeu repasse de R$ 6 milhões do Estado, coincidindo com o pagamento do tributo em cota única pelos contribuintes. Em fevereiro o repasse caiu para R$ 2,7 milhões. Na comparação com igual período do ano passado, janeiro de 2015 foi, para Assis, excelente, pois arrecadou com IPVA o equivalente a R$ 500 mil a mais.


CÁ ENTRE NÓS...

... por que, apesar dos milhões investidos, ainda há inundações no centro de Assis?

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