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segunda-feira, 16 de março de 2015

FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA - 16/MAR


RENASCER

Retomo o Blog passados quase dois meses desde a derradeira postagem. Cuidados com a saúde, rotina que mantenho desde 2010, em todos os janeiros, fizeram-me deparar com o maior desafio em meus então 44 anos. Descobri ser portador de uma doença coronariana grave e em questão de dias transitei de um quadro de desconfortos autodeclarados para um diagnóstico apontando para uma intervenção cirúrgica imediata. Dia 13 de fevereiro a equipe médica comandada pelo cirurgião Rubens de Barros, no Centro Cardíaco da Santa Casa de Marília, trouxe-me a novidade de 4 safenas e uma mamária nesse coração. Ou seja, renasci naquela data, quatro dias após completar 45 anos de vida.

RENASCER II

Farei, daqui alguns dias, um relato minucioso do passo-a-passo que levou-me de exames médicos que nada mostravam de anormal em meu estado de saúde a uma perseverança pessoal que mediante exames mais apurados mostrou uma isquemia miocárdica grave, com consequente necessidade de intervenção cirúrgica. Havia uma artéria totalmente obstruída, enquanto as coronárias encontravam-se com obstrução acima de 80%. Em resumo, se estou vivo é porque saí da zona de conforto que os exames mostravam, encarei a decisão médica de que alguns desconfortos seriam psicológicos e assumi o risco de, sim, ir para a mesa de cirurgia, repetindo o que meu pai, José Messias, passou em 2010, na Santa Casa de Presidente Prudente.

RENASCER III

A principal mensagem que trago para essa nova vida, que tanto pode durar mais algumas horas quanto pode me dar mais 45 anos pela frente, é que ‘você é seu melhor exame’. Traduzindo, por mais exames mostrem que esteja tudo OK com seu organismo, o que tem de prevalecer é aquilo que você está sentindo. Se não está bem, procure outros exames e, em último caso, mude de médico.

PINGÃO I

Sexta-feira passada voltei à Feira do Produtor, na Aprumar, como parte de minhas obrigatórias caminhadas de período pós-operatório. Reencontrei meu amigo Pingo D’Água, aquele a quem considero a pessoa mais humilde e bondosa que conheci até hoje. Nossos reencontros costumam ser marcados por emoção, uma vez que trabalhamos juntos, na rádio Cultura AM, em 1985, quando eu era um aprendiz de técnica de som nas madrugadas. O locutor apresentava o programa Pingo D´Água Comanda a Madrugada’, que tinha na mesa de som Marquinhos Leão.

PINGÃO II

A emoção de nosso reencontro, nessa sexta, teve como causa um fator triste e outro fator alegre. Tristeza pela demissão de Pingo D´Água na rádio Difusora AM, no final de 2014. Alegria pelo fato de eu, ainda em licença médica, aos poucos poder readquirir minha rotina e cumprir com tarefas que fazem parte da minha personalidade, como é o caso de visitas à Feira do Produtor, na Aprumar, um dos mais ricos espaços da cultura popular que Assis mantém.

PINGÃO II

Pingo D´Agua comanda o serviço de som da Aprumar, apresentando duplas sertanejas da cidade e da região que cantam exclusivamente a música de raiz. Sexta passada, no diálogo que mantínhamos, eu e Pingo colocamos na conversa outro radialista que marcou história na imprensa de Assis, ou seja, Marcos Paiva, que naquele palco homenageou, em tributo, José Rico. Marcos Paiva há duas décadas tem o hobby de cantar músicas de raiz em barzinhos da Prudenciana e arredores.

ONLINE

A distância entre Pingo D´Água e o meio rádio foi curta. Nessa segunda-feira, 9 de março, o locutor estreou na Rádio Assiscity Online. Das 8 às 11 horas ele apresenta o programa Manhã Sertaneja. Além de músicas sertanejas, Pingo ainda lê comunicados da comunidade. Aos poucos, locutor e equipe do Assiscity vão afinando o tom, mesmo que para isso ocorram gafes, como a das 10h44 dessa quarta-feira, 11, quando foi tocada música da cantora Anita, que em nada tem relação com a música sertaneja que dá nome ao programa.

PREÇO DO CARÁ

Em tempos de epidemia de dengue um item vendido em feiras-livres e verdurões de Assis consegue ficar com o preço mais caro do que o tomate: o cará. Com alto teor de ferro e nutrientes que favorecem no rápido reequilíbrio do sangue, em especial na recomposição das plaquetas, esse tipo de raiz era vendido, na semana passada, a R$ 8 o quilo. Cará é o item principal da dieta ordenada por médicos a pacientes que recebem alta depois do sacrificante período de dez dias com dengue.

LOBBY

E já que o assunto é saúde, um medicamento de custo baixo simplesmente desapareceu do mercado farmacêutico desde o final do ano passado. Trata-se da Protamina, cuja cápsula custa menos de R$ 5, utilizada em procedimentos cirúrgicos. Numa cirurgia cardíaca, por exemplo, utilizam-se por volta de 6 ampolas de Protamina. E no meu caso, na Santa Casa de Marília, a cirurgia só foi agendada mediante garantia da Santa Casa de Tupã, que tinha o medicamento em estoque e socorreu a co-irmã mariliense. Já há casos de hospitais cancelando ou adiando cirurgias, na região, por falta de Protamina. Detalhe: somente um laboratório fabrica o tal do medicamento no Brasil.

GENTE FINA

À base de reencontros em espaços populares não deixo de registrar o deparar com Carlos Wendt, o Carlão, hoje feirante. Nos reencontramos na feira-livre da quinta-feira, na Praça da Bíblia, também chamada de praça do colégio Ipê e que no passado era a Praça do Hospital Sorocabana (hoje está mais para Praça do Abandono, dada a situação de desprezo da administração do prefeito dos 15 mil votos com aquele espaço que, jogado às traças, sequer acolhe crianças para o lazer). Voltando a falar de Carlão, uma cirurgia de redução de estômago o fez perder 85 quilos e ganhar, obviamente, em qualidade de vida. Carlão tem meu respeito e minha admiração, pessoa simples e batalhadora que é.

NÃO ME CONTARAM...

Ano passado, estudantes da Unesp envolveram-se em ocorrência policial com seguranças do Avenida Max. A até hoje mal contada e inconclusa história, omitida pela covarde imprensa de Assis (incluindo quem diz mostrar, para ler, o que os outros escondem), era relacionada à aquisição de produtos com validade já vencida. Tudo bem, já fui estudante da Unesp mas em nada quero estender aquele episódio que, até onde sei, teve violência física e abuso de pseudo poder. O que digo é que tenho em mãos uma embalagem de achocolatado Toddy adquirida em fevereiro, ou seja, mês passado, no mesmo avenida Max, vencida em 10 de abril de 2014. Na tampa encontra-se, abaixo da data de validade, a descrição: L1 20:44 B.

... EU VI

O estranhamento sobre o produto nem esteve relacionado diretamente ao que está estampado na data de validade impressa na embalagem. Em um café da tarde em família, na semana passada, meus filhos ironizaram a qualidade do Toddy, que “já não é mais o mesmo”. A brincadeira era provocada pelo fato de o achocolatado não misturar ao leite, por mais que fosse ‘mexido’ com a colher. Rimos em grupo, mas, por curiosidade, pedi a embalagem para conferir a validade, uma vez que sempre aferi qualidade à marca Toddy, hoje pertencente à Pepsico do Brasil. A constatação fez com que não houvesse mais motivo para risos, de maneira a jogar os conteúdos de copos na pia. Aquele achocolatado, comprado menos de um mês atrás, está vencido há 11 meses. Embalagem guardada com o restante (em torno de 20%) do conteúdo. Aos mais céticos, um aviso: nossos filhos consomem ao menos três embalagens de Toddy mensalmente, o que descarta qualquer possibilidade de a referida embalagem ter ficado um ano armazenada em nossa despensa.

TALENTO

A família Bergamasco constrói um império de credibilidade na grande imprensa, em São Paulo. Enquanto Daniel Bergamasco entra em mais um ano como editor-geral da revista Veja São Paulo, publicação de circulação restrita à Grande São Paulo, sua irmã, Débora Bergamasco, depois de uma passagem pelos Estados Unidos, onde fez pós-graduação em Jornalismo, destaca-se como a principal repórter do jornal O Estado de São Paulo na cobertura do vergonhoso escândalo do Petrolão, esquema de corrupção que está afundando PT e Petrobrás. É de Débora as principais manchetes do Estadão na cobertura do caso.

ORGULHO

Meu amigo André Amaral reuniu, segunda-feira, 9, no Rio, toda a equipe do Globoesporte.com para uma comemoração especial. O site abocanhou 3 dos 5 principais prêmios de reconhecimento, em webdesign, do jornalismo online mundial de 2014. Dos três prêmios, somente um fez alusão à Copa do Mundo do Brasil. André fez Jornalismo na Unesp de Bauru e tem participação direta no projeto de reformulação de conteúdos do portal Globo.com.

SERÁ?

A vinda do craque Neto a Assis sábado, dia 7, foi muito mais do que uma ação de marketing. O ex-jogador, hoje apresentador e comentarista no Grupo Bandeirantes, passou parte do tempo na filial local da franquia Todo Poderoso Timão, loja oficial de produtos do Corinthians, e outra parte com um grupo de gestores de futebol profissional. Quem acompanha o Blog desde o ano passado sabe exatamente quais assuntos são esses.

CRISE DO IMPRESSO

O mercado editorial brasileiro está sucumbindo em meio a uma crise de identidade na transição entre as versões impressas e digitais. Dos grandes grupos de comunicação a Editora Abril talvez seja a que mais sente a evasão de leitores em suas publicações de papel, que não necessariamente migram para as versões digitais online. O impacto disso na estrutura de gestão pode ser percebido nas frequentes dispensas de funcionários, redução dos quadros de redação e, surpreendentemente, divisão de imóveis. Prédios que antes abrigavam redações agora têm andares desocupados e com salas colocadas em locação.

CRISE DO IMPRESSO II

Já o Grupo Folha, praticamente pioneiro na exploração do mercado editorial e de conteúdos online no país com a plataforma UOL, dá sinais de ter superado a crise do impresso. Em fevereiro passado a publicação Folha de S. Paulo cravou a liderança absoluta tanto no segmento impresso quanto em assinaturas online. De acordo com o Instituto Brasileiro de Verificação de Circulação, o IVC, a Folha circulou no mês passado com 365.429 exemplares-dia. A edição digital foi acessada, na internet, 161.200 vezes ao dia. O crescimento em relação ao ano passado foi de 9%. O setor de impressos como um todo, no Brasil, registrou queda de 7,6% nas vendas em banca. Já a venda de assinaturas de impressos aumentou 7,5%. Recorde, mesmo, foi registrado na venda de assinaturas de versões digitais: 118% em comparação com 2014.

SOCIEDADE DO ESPETÁCULO

Meu irmão José Claudinei Messias foi absolvido da acusação de corrupção quando de sua passagem pela presidência da Câmara Municipal de Ourinhos, na década passada. Acusado de ter pago indevidamente por um contrato feito pela mesa gestora do Legislativo anterior a seu mandato, Messias foi exposto em páginas de jornais e manchetes de telejornais regionais durante longínquos e quase eternos três anos. Nesse período, defendeu-se em CEI na própria Câmara, processo em que não perdeu o mandato nem os direitos políticos, porém continuou exposto pela mídia regional. Foi na Justiça que obteve a maior vitória, mês passado, sendo absolvido da acusação. Claro, réu absolvido rende menos manchete e audiência a essa nefasta imprensa regional, capitaneada pelo departamento de jornalismo da TV Tem Bauru. Sabem destruir a moral de um cidadão, porém não erguem um dedo para reparar o que construíram.

CIDADE LIMPA, MÃOS SUJAS

Ricardo Pinheiro mantém a posição de seus antecessores na Prefeitura de Assis e não cede à pressão contratual para aderir a eventos que antes eram denominados Semana da Faxina e de uns anos para cá passaram a se chamar Cidade Limpa. Em tempos de dengue, emissoras de TV pressionam editorialmente, em suas pautas, sobre casos isolados de acúmulo de materiais que podem acumular água de chuva e, assim, servir de ponto de procriação do mosquito aedes aegypti, tipo de limpeza que as tais “campanhas” garantem proporcionar. Nada é divulgado que, na realidade, por trás desses contratos as Prefeituras têm de pagar por cada veiculação das chamadas, na TV, para a faxina da Cidade Limpa. E com preço de tabela cheia. Quem não adere vira pauta de denúncias e leva bombardeio de perguntas nada elegantes quando de convites para compor, ao vivo, a banca dos telejornais regionais.

FAÇA O QUE EU DIGO...

Em minha rotina de idas e voltas semanais a Marília, para tratar de assuntos relacionados a saúde, voltei a testemunhar que a TV Tem Marília não pratica o que via de regra cobra em suas pautas, principalmente em períodos de férias. Um veículo adesivado da emissora afiliada da Rede Globo ultrapassou nosso veículo no trecho próximo à antiga Granja Mizumoto. Cravávamos 100 km-h e deduzimos que o automóvel da TV Tem estivesse, ao menos, para supor bem abaixo, em 120 km-h, acima do permitido para aquele trecho da SP-333. Se a corrida atrás da notícia fundamenta tal excesso, então que a emissora abandone a hipocrisia de apontar em suas pautas os flagrantes alheios, pois em busca ou não de notícia está colocando em risco a vida de outrem que, por sinal, pode ser um dos telespectadores da própria emissora.

ACESSO LIVRE

Aos poucos a hegemonia das associações comerciais vai sendo quebrada em um quesito: o controle de informações sobre a situação de créditos dos cidadãos. Parece piada – e é -, mas um cidadão, para saber se há restrição em seu nome, mais precisamente em seu CPF, precisa passar no SCPC para fazer consulta. Em algumas cidades essa consulta é paga. Ou seja, para saber como está o patrimônio mais importante, seu, você depende justamente da representação maior de quem domina o mercado. Por exemplo, se algum malandro apropriou-se dos seus dados, efetuou uma compra em seu nome e obviamente não pagou, você pode estar na lista de inadimplentes sem saber e, ao tentar fazer uma compra a prazo, passar pelo constrangimento de ter o crédito negado.

ACESSO LIVRE II

Pouco é divulgado, pois o interesse hegemônico do comércio, do patronato, cala principalmente aos pequenos e-ou minúsculos veículos de comunicação, dependentes ora do coronelismo político das comarcas, ora da força política de grupos empresariais igualmente minúsculos, impede que conquistas que contemplam diretamente o consumidor sejam divulgadas. Aí sobra, claro, para blogueiros como esse que a vós escreve, resumido e autodeclarado a uma partícula, um átomo, da comunicação local.

ACESSO LIVRE III

Tudo isso para dizer que o serviço autônomo SCPC Boa Vista disponibiliza, na internet, um serviço em que na hora, e de graça, o cidadão portador de CPF consulte se há alguma pendência em seu nome. Basta fazer o cadastro, concordar com os termos estabelecidos pelo site e em questão de 5 minutos começar a monitorar o próprio nome no comércio. Em caso de existência de pendência, o site mostra o valor devido, o estabelecimento comercial que incluiu o cidadão na lista de devedores e, inclusive, um canal para abertura direta de negociação com o credor. Nesse último caso, há cobrança de taxa. O endereço de acesso é http://www.boavistaservicos.com.br.

CLASSE

A mensuração de classe social no Brasil está ganhando novos parâmetros de levantamento. A serviço do Ibope, a Conectaí está, por esses dias, aceitando que internautas façam o teste para identificar se pertencem às classes socioeconômicas A, B, C, D ou E. O questionário pode ser respondido rapidamente, no endereço http://conectai.socratos.net/i.0/909jXedSaX9YWzaBPeQecA8MYft3y.

VITRINE

Todo mundo fala em crise, mas números do Ibope Mídia divulgados hoje mostram que em 2014 houve 8% de crescimento nos investimentos feitos em publicidade no Brasil, totalizando R$ 121 bilhões. A TV aberta continua concentrando a maior fatia: 56%, seguida pelo meio jornal impresso, que abocanha 17% dessa fatia. As TVs por assinatura continuam surpreendendo e mantêm-se à frente das empresas de internet, com 11%.

VITRINE II

São Paulo estado é disparado o maior concentrador de investimentos publicitários, segundo o Ibope Mídia. A capital lidera os mercados monitorados, com 25% de participação no total. Em segundo fica o estado do Rio de Janeiro, seguido, vejam só, pelo interior do Estado de São Paulo, com 6%.

VITRINE III

O meio rádio continua sendo aquele que menos investimentos publicitários recebe no Brasil. Mas, em 2014, segundo o Ibope Mídia, o crescimento do setor impressionou, avançando 8% em comparação a 2013. Destaque para as inserções curtas, os spots, de 10 segundo de duração, que cresceram 120%. Os piores meses de 2014 para o rádio foram agosto e outubro, que coincidem com o período de propaganda eleitoral das desastrosas Eleições Gerais.

VITRINE IV

Àqueles que consideram o meio rádio desprezível, um recado que vem do estudo Ibope Mídia: 90% dos brasileiros afirmam ouvir rádio frequentemente. Para o mercado, igualmente 90% dos anunciantes consideram importante ter o meio rádio como aliado em suas estratégias de marketing. Principalmente no interior.

BOM DE NEGÓCIO

O piloto Felipe Massa não teve o mesmo sucesso de mídia digital de seu compatriota Felipe Nasr, nesse final de semana, mas vê seu nome aparecer, hoje, numa respeitável lista. Massa é o segundo nome mais rentável, comercialmente, no milionário universo da Fórmula 1. Fernando Alonso, que não correu na Austrália nesse domingo, manteve o topo. O levantamento é feito pelo Ibope Repucom, que anualmente realiza o estudo Celebrity DBI com os nomes de maior apelo comercial entre celebridades de todas as áreas. No ano passado, o piloto que ocupava o topo desse ranking era Sebastian Vettel, agora em terceiro.

MINEIRINHO

O Atlético Assisense repete a estratégia dos últimos anos e sem alardes inicia os trabalhos visando à disputa da Segundona Brava do Campeonato Paulista. Já são 10 anos ininterruptos de participação no torneio, com momentos de glória, como o vivido em 2004, e de penúria financeira e estrutural, como na primeira década de 2000. Agora, com Sargento Bahia, o quebra-canela, no comando, o Falcão do Vale tem a primeira oportunidade de iniciar um trabalho em que a prioridade é trabalhar com jogadores selecionados na região do Médio Vale. Carlos Antunes Boi, que foi presidente até ano passado, sempre fez isso, mas sob outra metodologia.

MINEIRINHO II

Os trabalhos de comissão técnica e diretoria do Atlético Assisense começaram há pouco mais de um mês. Já são três semanas de treinos físicos e com bola, o que permitiu a realização do primeiro amistoso do ano. Ontem, jogando em Cândido Mota, o Falcão do Vale fez 3x0 no Colorado, do Paraná. E o ritmo de preparação não para. Nesse final de semana o amistoso será contra um selecionado de Cândido Mota, com idade compatível à que a Federação Paulista de Futebol estabelece, ou seja, abaixo de 23 anos. Hoje, faltando quase um mês para a estreia na Segundona, o Falcão do Vale está com 70% do elenco praticamente confirmado. Os demais 30% virão de observações e eventuais dispensas que ocorrerão na pré-temporada.

MINEIRINHO III

Para comemorar os 20 anos de fundação o Atlético Assisense vai, discretamente, trazer à cidade o cantor Moacir Franco. O show ocorrerá dia 27 de março, no Clube da Terceira Idade. A renda será destinada à cobertura inicial dos gastos com o time de futebol, cujo orçamento é discreto. Trata-se da política de falar pouco, gastar menos e, se possível, fazer mais em comparação com o ano passado.

FERA

No Vocem, a melhor notícia de 2015, até aqui, é o acerto com o ex-goleiro Marinho. Volta a ser preparador de goleiros do Esquadrão da Fé. Além de ter honrado a camisa do clube no passado, Marinho sempre se dedicou de forma praticamente voluntária aos dois clubes de Assis. Foi dos trabalhos dele, em 2004, que saiu Paulo Vítor, hoje goleiro titular do Flamengo e certamente sucessor de outro assisense, Jeferson, na Seleção Brasileira.

STAND BY

Alguns amigos têm estranhado a diminuição, minha, no ritmo de manifestação de apoio ao Vocem nesse início de ano. Continuo, claro, torcendo pelo Esquadrão da Fé, assim como jamais deixarei de torcer positivamente pelo Atlético Assisense, duas agremiações de minha Sucupira do Vale. Mas, o testemunho direto de alguns episódios internos do clube de Vila Operária, manifestado em um grupo do Whatsapp, confesso, me assustaram. Jornalista que sou há 30 anos, cravados em 2015, não concebo nem jamais vou aceitar definições precipitadas e infundadas sobre a imprensa de Assis e região, principalmente em se tratando de jornalismo esportivo. Assim, para evitar rota de colisão e comportamentos destemperados por parte de quem se posicionou sobre a imprensa esportiva da cidade nesse grupo, opto por voltar à minha mera posição de observador. Sou torcedor e isento, mas até certo ponto. Por enquanto a isenção ainda é possível. Que venham os jogos, enfim, o transcurso normal de um campeonato que, no universo esportivo, é o fundo do poço do futebol paulista.

AMIGO

Recebi, ao vivo e por e-mail, o carinhoso cumprimento de meu amigo Maurício Bonato, a quem considero, hoje, o melhor narrador em atividade no meio TV no Brasil. Bonato comanda as narrações do canal SportsPlus, exclusivo da Sky, para partidas da UEFA Champions League, da NBA, da ATP (tênis) e de ligas europeias como a inglesa e a espanhola. Rapaz simples, Bonato passou pelos mesmos corredores de cabines de imprensa de estádios do interior, narrando jogos das divisões inferiores do Campeonato Paulista. Soube de minha cirurgia pelas redes sociais e manifestou apoio e desejo de melhoras ao lado de Bulgarelli, comentarista da NBA.

UMA COISA É UMA COISA...

Alguns colegas e excetos raros leitores enviaram, por esses dias, questionamentos acerca de meu posicionamento sobre o ato desse 15 de março, pro ou contra o impeachment da presidente Dilma Figa. Repito o que tenho dito presencialmente a meus interlocutores. Sou contra o impeachment (o que soa quase como um pleonasmo, pois não há processo contra a atual chefe da Nação), mas a favor da reforma política que permita varrer da face da terra essa desgraça político-ideológica chamada PT. Gosto, particularmente, de Dilma e a defendo de muitas acusações, principalmente aquelas relacionadas a corrupção. Dilma seria uma excelente presidente, caso não tivesse relação recente com o PT. Seu maior pecado foi, um dia, ter nascido para a opinião pública nacional através dos nove dedos de Lula, o maior corrupto da história desse país, ou o David Cooperfield da política ilusionista nacional.

... OUTRA COISA É OUTRA COISA.

O que temo, hoje, é pelo confronto ideológico nas ruas. Certo dia, Lula deu o recado de que poderia acionar Stedile, a quem entrevistei pessoalmente na década de 1990, no Pontal do Paranapanema, e colocar o MST nas ruas como resposta ao que a Hipocrisia Vermelha denomina como movimento financiado pela elite burguesa. Claro que se isso ocorresse, daria merda. E o prenúncio de merda pior pode ser constatado quando se vê, desde sexta-feira, o vermelho nas mesmas ruas por onde os verde-amarelos ‘burgueses’ desfilam suas opiniões.

COM QUÓRUM

Causou estranhamento a repercussão sobre a ausência de parte dos vereadores durante a entrega do título de Cidadã Assisense a Inocência Manoel, empresária do ramo de cosméticos. Texto assinado pela assessoria organizacional da homenageada e publicado no Assiscity (aliás, somente o crédito, na última linha, dá a entender que a linha editorial presente na publicação não é do site) lamenta a ausência da maioria dos edis e chega a falar em ética. Tudo isso porque a Câmara Municipal de Assis, a exemplo do que o Poder Legislativo repete em todas as cidades brasileiras, ainda insiste nesse tipo de condecoração, muitas vezes resultado mais da amizade entre um vereador e o homenageado do que necessariamente por méritos de construção histórica. O que os chorões de sexta-feira passada precisam entender é que a energia elétrica acionada para a realização da sessão solene, bem como as horas-extras dos servidores da Câmara escalados para trabalhar na solenidade, são pagos com dinheiro público de uma cidade com arredondados 100 mil habitantes. Justo por justo, que os 100 mil habitantes da cidade tivessem sido convidados para o costumeiro jantar pós-solenidade. Daí sim podemos começar a discutir o porquê de cada um dos vereadores ausentes não ter ido à homenagem, já que representam os 100 mil habitantes locais.

NOTA DEZ

Para o yakissoba daquela que tende a ser sede de franquia Yakissobox, de meu amigo Júlio Rosa.

NOTA ZERO

Para o atendimento, via telefone, da mesma Yakissobox. Simpatia é ingrediente primordial em qualquer negócio, ainda em se tratando de delivery.



CÁ ENTRE NÓS...
... quem prestará, em público, conta sobre os milhões de reais do PAC (Programa de Aceleração do ‘Crescimento’) investidos pelo PT de Lula nas obras de canalização das águas pluviais que deveriam acabar com as inundações nas imediações do Ônix Hotel e do pátio da Prefeitura¿ Ou as inundações nesses dois pontos, ocorridas nesse verão, foram conspiração da elite burguesa assisense?


          IMAGEM  DA  SEMANA          


QUEDA LIVREComo parte do processo de recuperação de minha cirurgia tenho feito caminhadas pelos arredores, aqui na vila Santa Cecília. Na manhã desse sábado aproveitei a caminhada para comprar algumas articulações de PVC para aprimorar as instalações de uma caixa coletora de água das chuvas e da máquina de lavar roupas, instalada em 2011. No retorno da Constrifur, na avenida Dom Antônio, deparei com a cena dessa placa, recém instalada pela Prefeitura, que indica os nomes das vias públicas que se cruzam. Triste cenário, pois algo ou alguém derrubou a sinalização aérea. Quem é da cidade muitas vezes não dá valor a esse tipo de placa, pois conhece a maioria das vias públicas e seus respectivos nomes. Mas, aqueles que nos visitam, ou seja, nos prestigiam, recorrem a esse recurso de comunicação visual para localização. Basta que saiamos de Assis e procuremos um endereço em uma localidade que não conhecemos e saberemos o quão úteis são as placas. Minha vontade, ontem, era tentar levantar aquela placa, mas, com força limitada, não dava. Passava um jovem naquele momento e, vendo o que eu queria fazer, ele logo constatou que nem compensava; se a placa fosse levantada, correria o risco de romper bem no pé, soltando-se totalmente do chão. E, claro, alguém com a mesma cultura daquele que derrubou a placa levaria embora  material, ou seja, saquearia. Triste constatação, pois as novas placas de sinalização, apesar de criticadas e ironizadas por políticos e jornalistas dada a constatação de alguns erros de grafia de nomes – como se os jornais impressos e online, bem como os textos de projetos que saem do Legislativo não fossem carregados de equívocos gramaticais, tão ou mais sérios do que um nome de rua que não tem uma determinada letra -, são úteis e dão um certo charme à cidade.

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